Álbum privado · só por convite

A rede social privada exclusiva para memórias familiares.

As fotos da família estão no telemóvel, no WhatsApp e no Google Fotos — e em lado nenhum ao mesmo tempo. A trail Kin junta-as num álbum com nome, sítio, data e fechadura. Entra só quem foi convidado.

1. A partida Avós, crianças e amigos. Cada um na sua Kin.
2. O gelado Cai no nariz do avô. A foto fica no Trail.
3. O chapéu Voa. O cão corre. O sítio e o dia ficam.
4. A carta Só abre daqui a muitos anos, no mesmo sítio.

O conceito

Kin é o círculo. Trail é o momento. Cápsula é o futuro. A árvore cresce com os anos.

Várias Kins podem fazer a festa juntas — mas só com autorização da outra. Com o tempo nasce a árvore, com memórias privadas ou partilhadas.

Kin

A tua gente

Uma Kin é o círculo directo: os pais atrás, os filhos à frente. Tem um ID. No plano grátis cabe 1 Kin e até 5 pessoas — de propósito.

Quando os filhos crescem e têm os seus, podem abrir a Kin nova. As memórias antigas podem continuar partilhadas com os pais — ou não. Também podem juntar-se a Kins de amigos, só com autorização.

Trail

O rasto da viagem

Um Trail é um momento: uma viagem, um casamento, os primeiros passos do bebé. Tem capa, sítio, roteiro e linha do tempo. A foto entra com o lugar e o dia.

Se ainda está a acontecer, fica no topo e continua a receber flashes. Quando acaba, desce para o álbum — e pode virar jornal e, no fim, um só volume.

Cápsula

A carta do futuro

Uma cápsula não está «a decorrer» nem é «passado». É uma carta da família fechada até um dia e um sítio. Pode esperar pela data, pelo GPS e pelo grupo.

No telemóvel o atalho é um foguetão. A avó escreve agora. O neto abre daqui a quinze anos, debaixo da mesma árvore.

Trail Journal

A viagem em curso escreve o jornal no dia seguinte.

Quando crias um Trail e ele está a decorrer, a app abre um Trail Journal. Não é um feed. É a página do dia: os sítios onde estiveram, as fotos que entraram, os comentários da família — o gelado no nariz, o chapéu no vento, o «avó diz» no canto.

  • Na manhã seguinte o jornal mostra o dia de ontem. Quem não foi ao mercado ainda lê o cheiro do pão.
  • No fim da viagem os dias compilam-se num só jornal e passam para os Álbuns.
  • A partir do álbum podes preparar uma edição para imprimir mais tarde, enviar em PDF, ou só descarregar as memórias.
Página de jornal Trail Journal da viagem da família Henriques no Algarve
Um dia da viagem, em papel de jornal. O original fica na Kin.

O que um disco de fotos nunca soube

Quem pode ver. O que aconteceu. Onde isso fica.

O Google Fotos guarda ficheiros. O WhatsApp guarda a pressa do dia. A trail Kin guarda a história — e decide a fechadura.

  • Árvore com quem já partiu e com quem ainda não tem conta. Servem para nomear a foto. Um dia a criança entra e herda as memórias que já eram dela.
  • Dividir Kin escolhe quem sai, quem fica, e o que cada pessoa continua a ver em cada Trail. A história não se apaga porque a vida mudou.
  • Comentários em balão, com emojis. Cada um altera ou apaga os seus. Há ficheiros só o autor vê.
  • GPS por Trail, não um interruptor que segue a família o ano inteiro.
  • Tu escolhes as datas. Fora desse intervalo, nada da pasta entra nem vira Trail. Evita despejar dez anos de uma vez.
  • Sem rede, escreve-se no aparelho. Quando a ligação volta, sobe. O estado vê-se: Sem rede, Por sincronizar, A sincronizar, Em dia.
Carta lacrada sobre um passaporte
O que é do futuro abre no dia e no sítio certos.
Desenho de criança, sapatinho e polaroid com o ano
Ainda não tem telemóvel. Já tem sítio no álbum.

Quem ainda não chegou à conta

A criança já está na foto. A conta pode vir depois.

Reconheces o nome dela hoje, sem criar um perfil. Quando um dia tiver idade e entrar, encontra a vida dela lá.

Com os anos nascem mais Kins — irmãos que casam, primos, a Kin dos amigos da viagem. A árvore genealógica vai-se completando, com memórias privadas ou partilhadas. Sempre com fechadura.

Dicionário

Kin substantivo — os parentes de alguém.
adjectivo — aparentado, da mesma natureza.

Por isso o nome. Não é uma rede de massas. É a vossa gente, no mesmo álbum.

Emblema bordado trail Kin

Fechadura

Não somos uma rede social. Os dados ficam na família.

Não há perfil público, não há sugestão de desconhecidos, não há anúncios que leem as fotos das crianças. Só entra quem recebe o código da Kin ou as credenciais da conta.

Seguro para as crianças

Uma criança sem conta já pode ser nomeada numa foto. Não precisa de perfil. Não aparece a quem não foi convidado. A vida dela não serve para alcance.

Só a família vê

O que é marcado como privado fica só para quem o pôs. Dividir Kin escolhe o que cada pessoa continua a ver. Nada disto vive num feed aberto.

A pasta não se despeja sozinha

Na primeira entrada escolhes as datas. Fora desse intervalo nada entra. O original da câmara não fica no servidor. Há cópia local na pasta que escolheres.

O telemóvel já tem sítios. Nenhum faz as três coisas.

WhatsApp, Google Fotos, e o álbum com fechadura.

Não pedimos que os deixes. Pedimos um sítio para o que eles deixam cair.

O sítio O que faz bem O que a família perde A trail Kin
WhatsApp Marcar o almoço no dia da viagem. A foto enterra-se no scroll. Sai do grupo quando alguém sai. Daqui a oito anos ninguém encontra o gelado no nariz do avô. O Trail tem capa, sítio, linha do tempo e comentários que não descem.
Google Fotos Guardar ficheiros. Não sabe quem é tio, quem está separado, quem ainda não tem conta. É um sótão. Núcleo, convite, «esta viagem ainda está a acontecer», cápsula do tempo.
Uma rede aberta Publicar e ter alcance. Entra quem não foi convidado. A vida dos filhos fica à vista. Só o código da Kin. Sem seguidores, sem anúncios, sem feed de desconhecidos.

Leve agora · sem teto em breve

A Kin grátis fica. Criar memórias não tem data de validade.

Qualquer Kin pode entrar no Leve e guardar a vida da família para sempre. Não expiramos o álbum. Em breve haverá uma versão sem os limites de espaço e de Kins. O preço ainda não está definido: será um valor baixo por cada Kin nova que quiseres abrir. A primeira, a grátis, continua.

Perguntas que já ouvimos

Se a palavra «rede» assusta, chama-lhe álbum.

Já temos o WhatsApp.

O WhatsApp é a conversa da viagem. Serve. O que não serve é procurar, daqui a oito anos, o dia em que o avô ensinou o neto a lançar o barco. Um Trail tem capa, sítio e uma linha do tempo. O chat não.

Já temos o Google Fotos.

O Google Fotos é um disco. Não tem núcleo, nem convite, nem «esta viagem ainda está a acontecer», nem carta fechada até um dia. A trail Kin só lê a pasta e as datas que autorizaste. Fora disso, não entra nada.

Não quero outra rede.

Pois não. Não há desconhecidos, seguidores nem anúncios. Entras com o email ou com o código de uma Kin. O logo, em qualquer página, volta ao início. É um álbum que cabe no telemóvel.

2 GB é pouco.

Chega para as férias deste ano. O original fica no telemóvel. A Kin grátis não desaparece e as memórias que lá puseres ficam. Em breve haverá um plano sem teto — um valor baixo por cada Kin nova. A grátis continua a poder criar memórias para sempre.

O que é o Trail Journal?

Se o Trail está a decorrer, no dia seguinte a app mostra a página de ontem: sítios, fotos, comentários. No fim da viagem os dias juntam-se num jornal e passam aos Álbuns. Aí podes preparar impressão, enviar em PDF ou só descarregar as memórias.

Os avós não vão instalar isto.

O avô não cria o Trail. Vê o álbum. Quem organiza as férias faz o trabalho. No Safari do iPhone usa-se Partilhar e Adicionar ao Ecrã Principal. No Android e no computador, o browser pode mostrar Instalar. O convite é um código, não um tutorial.

Lançamento em Portugal

Se a ideia chegou, deixa o recado.

A app comercial ainda está a passar pelo teste. Não crias conta nesta página. Se quiseres um convite para uma Kin piloto — ou só perceber se isto serve à tua família — escreve. Respondemos por correio. O endereço não aparece aqui.

Não criamos uma conta com este formulário. Não há lista pública. Não vendemos dados.